quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Aulas 2015 - inicio em março


Cecconello Escola de Dança

INICIANTE:
Terça (Bollywood)
19h 
Quinta (Bharatanatyam)
19h 

INFANTIL:
Segunda (Bollywood)
18h
Quarta (Bharatanatyam)
18h

INTERMEDIÁRIO:
Quarta (Bharatanatyam e bollywood)
16h

Local: Cecconello Escola de Dança
            Rua João Bettega, 449B
            Fone: 3039 0610



SESC CENTRO

Sábados (Bollywood)
13:30h 


Local: Sesc Centro
           Rua José Loureiro, 578
           Fone: 3233 7422

OBS.: Para fazer aulas no sesc, até experimental, é necessário ter a carteirinha; veja no site quais documentos são necessários: http://www.sescpr.com.br/sesc-parana/matricula/
É só chegar um pouco antes da aula e fazer a inscrição no sac, para aula experimental, após fazer a carteirinha no sac é preciso ir até a coordenação de curso  para pegar a autorização.




sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Documentário

Documentário sobre dança clássica indiana em inglês:

1ª parte:
 https://www.youtube.com/watch?v=_rU-IN2-LuE#t=85
(desculpe, mas a primeira parte não consegui colocar aqui, é só acessar o link)

2ª parte:

domingo, 3 de agosto de 2014

Valorização da dança

Por que trabalhar com arte no Brasil é tão difícil?

     O que atualmente vemos no nosso país é resultado da falta de valorização do governo, da sociedade e dos próprios artistas.
     Os artistas são considerados, pela população em geral, como aqueles que só se divertem e não trabalham e que nem precisaram estudar. Quantas vezes ouvi: mas você não trabalha? Que bom, você  dança. E assim vai...
     Bom, não decidi ser bailarina depois que terminei o 2º grau, fiz 4 anos de faculdade e pronto, virei profissional. Comecei a dançar aos 7 anos, assim como muitos artistas, começamos desde cedo; são horas, dias, anos da infância, da adolescência, da vida dedicados a nossa profissão; aulas e ensaios que tomam o lugar de festas e passeios. 
     Não foi só uma vez que escutei: por que você tem aula de anatomia, fisiologia, cinesiologia, desenvolvimento psicomotor na faculdade? Ops, trabalhamos com o corpo humano e não precisamos saber como ele funciona?! Artista também estuda!
     Acredito que as pessoas precisam parar de comparar uma profissão com a outra. Todas são importantes, possuem seu papel na sociedade, exigem estudos específicos, e profissionais com formação adequada. 
     Infelizmente, ainda existem muitos "artistas" por aí, aqueles que fizeram meia dúzia de aulas, copiam aulas e coreografias do youtube e se dizem profissionais, e são eles que contribuem para esta visão errônea que a sociedade possui dos artistas. Pois, eles realmente não estudam, não possuem qualificação e não sabem o que estão fazendo. E a culpa é de quem? De nós mesmos! Das escolas que contratam este tipo de "profissional"; dos alunos e pais que não exigem um professor com formação (aqui também abro um parentese para dizer que um bailarino profissional não é um professor profissional, estas são duas coisas diferentes); dos sindicatos que não fiscalizam; dos artistas que não reivindicam; das pessoas/empresas que contratam qualquer bailarino para eventos só para pagar um cachê mais barato ou muitas vezes sem pagar, não visando a qualidade do trabalho. Desta forma, muitos profissionais acabam aceitando trabalhar ganhando pouco, porque sabem que se não aceitarem, vão contratar qualquer outro, que como não estudou, vai aceitar qualquer coisa, e tudo então vai virando uma grande bola de neve.
     E falando de governo, sabemos que ele não incentiva a arte e a cultura como deveria. Os editais de incentivo chegam a algumas vezes a serem sem nexo, mas por que realmente incentivar algo que vai fazer a população pensar? Sim a arte também ajuda na formação dos cidadãos. Será que é por isto que é tão difícil ter um incentivo, um programa, uma real valorização da arte, da cultura pelo governo? Será que vamos ver sempre poucos "gatos pingados" com incentivo e patrocínio?
     Enfim, são muitas questões que podemos citar e discutir. Mas, quero apenas que você artista, professor, pai, aluno, cidadão reflita sobre o assunto e dê valor ao verdadeiro artista e faça sua parte!




terça-feira, 10 de junho de 2014

Miriam Lamas Baiak

       Miriam Lamas Baiak começou seus estudos em dança aos 7 anos de idade com o ballet clássico; posteriormente praticando dança de salão, jazz e contemporâneo. Graduada em Dança - licenciatura e bacharelado - pela Faculdades de Artes do Paraná e especialista em fisiologia do exercício pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. 
Iniciou na dança clássica indiana, Bharata natyam, no ano de 2005 e em 2008 conheceu sua Guru Vani Rajgopal. Em 2010, 2013 e 2014/2015 foi a  Índia estudar, onde completou seu curso em Bharata natyam pela Sandesha Foundation for Culture and Education em Mangalore - Karnataka.
     Bollywood começou em 2006 com sua primeira professora de Bharata natyam, e fez workshops com Sat Atma Singh, Hemant Devara and Sunny Singh. 
Participou de vários workshops de outros estilos de dança indiana com renomados professores, como Kathak com Anil Kumar Khichi, Andrea Prior e Anasua Majumdar; Kathakali com Ricardo Gomes; Odissi com Patricia Salgado; Chhau com Rakesh Sai Babu; Kalbélia com Sônia Galvão; Bhangra com Sat Atma Singh e arte marcial Kalarippayatt com Cesário Augusto Pimentel.
  Autora de diversos artigos publicados na Revista Dança Brasil e nos sites www.conexaodanca.art.br e www.narthaki.com, entre outros. Escreveu um capítulo para o livro "Mitos e Símbolos na cena contemporânea - interlocuções oriente-ocidente". E autora dos ebooks "Ballet clássico e preparação física" e "A expressividade da dança indiana Bharata natyam".
Possui experiência de performances no Brasil, índia, Espanha e Portugal. Atualmente ensina ballet clássico, jazz, bharata natyam e bollywood, e dirige seu próprio grupo, Natyakshithi.


sexta-feira, 23 de maio de 2014

IDW 2014 Barcelona

Indian Dance Weekend 2014 em Barcelona, Espanha. Miriam Lamas Baiak, bailarina convidada para o show de gala!






























segunda-feira, 21 de abril de 2014

Significado dos ornamentos

Os ornamentos além de possuir muita beleza e chamar a atenção do público, possuem propriedade que estão ligadas a teoria e a essência do yoga, segundo Mahanapriyan Thavarajah (s.d.). Os ornamentos são: Ottiyanam (cinto), pathakkam muthumalai (cadeia de pérolas: colar longo), attigai (gargantilha); thodu, maatal e jimikku (brincos); nathu, mookuthi e pullaku (anéis do nariz, piercing); netrechutti (ornamentos usados na cabeça); suriyam chandram (Sol e Lua); raakodi (no coque) e jadipinnal (na trança).
Ottiyanam (cinto): o umbigo é o ponto central do corpo onde a energia emana para cima e para baixo, local do Manipura Chakra. Nos textos de Kundalini yoga a Shakti (energia) é ativada quando apertamos com força a cintura, pressionando alguns pontos vitais que permitem o fluxo rápido e suave de sangue, energizando o corpo; e impedindo a espinha dorsal e o corpo de exaustão.
O Pathakkam Muthumali (colar longo) é ligado ao quarto chakra, Anahata. Ele teria a função de controlar a frequência cardíaca. A peça do colar possui o desenho de dois papagaios, que estão associados ao Deus do amor, Manmatha, representando todos as formas de sentimentos ligados ao amor que tem sua origem no coração.
Netrichutti (ornamento da cabeça): ligado ao terceiro olho, o Ajna chakra. É o lugar onde o pottu/bindi é colocado, onde vários nervos se conectam, prevalecendo fortes forças atrativas; acreditando que isto nos impede de cair nas forças do mal. A parte circular representa o Ajna chakra, as duas partes que passaem para os lados possuem pérolas, especificamente, as últimas formam um quadrado para fazer mais pressão sobre a cabeça e os nervos, que são energizados, mantendo a bailarina num estado letárgico (médium).
Suriyan e Chandram (Sol e Lua): em ambos os lado da medula espinhal existem dois conjuntos de canais (Idanaadi: esquerdo, Pingalanaadi: direito); o Sol (lado direito) é uma fonte de calor e a Lua (lado esquerdo) de frio, cada um representa um canal, enfatizando a importância de um equilíbrio entre frio e calor no corpo humano.
    
            Attigai (gargantilha): o pescoço conecta nervos do corpo para o cérebro, a gargantilha ativa estes nervos, mantendo-os sempre energizados. E a peça central dela representa o quinto chakra, Vishuddha.
            Nathu, Mookuthi, Pullaku (piercing do nariz): eles são usados para ajudar a regularizar a respiração. Os antigos também acreditavam que os piercinig ajudavam a remover toxinas do corpo.
            Thodu, Maatal, Jimikku (brincos): o thodu é colocado onde a orelha é furada, o jimikku é a parte que fica pendurada e o maatal é a parte de cima. Juntos protengem a cóclea da orelha, ajudando a regular o comprimento das ondas de som que entram no ouvido.
  
            O Raakodi é colocado no coque do cabelo, tem a forma de uma flor de lótus de mil pétalas, representando o sétimo chakra, Shahasrara. Nele também é incorporado pedras formando um cisne, símbolo do conhecimento/iluminação; significando que bailarina chega a Deus através da iluminação.

            Jadipinaal (trança): o cabelo trançado lembra duas cobras sinuosas e soprepostas uma sobre a outra; este é o símbolo da Kundalini Shakti. O cabelo é dividido em 3 partes antes de ser trançado, representa a Idanaadi, Pingalanaadi e o Sushumnanaadi. Do ponto de vista de baixo, a trança seria parecida com a Kundalini Shakti, que está sendo ativada a partir da base, elevando-se para cima através dos vários Naadis (canais), passando por outros chakras e, finalmente, chegando ao Sahasrara Chakra, que está no alto da cabeça. Os acessórios usados ​​na trança, incluindo o Kunjam (ligada à parte inferior da trança) são formadas de modo diferente para representar os 7 chakras principais no corpo humano.
  


Fonte: http://www.apsarasarts.com/blog/-/blogs/the-significance-of-indian-dance-jewelry-a-yogic-analysis